A investigação não é privilégio de quem acusa. A defesa pode investigar desde a fase preliminar, em paralelo, nunca depois.
Muitas acusações hoje se baseiam em mensagens, extratos bancários, PIX, registros de acesso e celulares apreendidos. A forma como essas provas foram obtidas e analisadas pode ser determinante para a defesa.
Bloqueio de bens, restrição de acesso a contas, risco à reputação e ao trabalho: os efeitos de um processo criminal começam muito antes de qualquer decisão.
A lei garante ao advogado o direito de conduzir sua própria investigação, com oitiva de testemunhas, reunião de documentos e pedido de perícias, em paralelo à investigação policial, não depois dela.